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<title>RSS feed</title><link>http://www.paraportuguesler.com/index.php</link><description>RSS paraportugu&#xea;sler</description><dc:language>pt-pt</dc:language><dc:creator>www.paraportuguesler.com</dc:creator><dc:rights>Copyright 2006 Pedro Miguel Reboredo Marques</dc:rights><dc:date>2006-07-14T11:54:41+01:00</dc:date><admin:generatorAgent rdf:resource="http://www.realmacsoftware.com/" />
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<lastBuildDate>Sun, 30 Dec 2007 22:31:06 +0000</lastBuildDate><item><title>Os males dos ensino em Portugal diagnosticados: o duo V&#xe1;lter e Maria de Lurdes e o marran&#xe7;o de resumos dos Lus&#xed;adas </title><dc:creator>www.paraportuguesler.com</dc:creator><dc:subject>KIP</dc:subject><dc:date>2006-07-14T11:54:41+01:00</dc:date><link>http://www.paraportuguesler.com/page4/files/03b14052479d7ca10d25955d4796854e-4.html#unique-entry-id-4</link><guid isPermaLink="true">http://www.paraportuguesler.com/page4/files/03b14052479d7ca10d25955d4796854e-4.html#unique-entry-id-4</guid><content:encoded><![CDATA["Cortem-lhes a cabe&ccedil;a!"<br /><br />A P&aacute;tria do outro era, santos tempos!, a l&iacute;ngua portuguesa. A P&aacute;tria destes (tempos, digo eu) &eacute; o pontap&eacute; e a cabe&ccedil;ada na bola ou no plexus solar. Figo e Ronaldo substitu&iacute;ram com vantagem, principalmente para si pr&oacute;prios, o Padre Ant&oacute;nio Vieira e Ces&aacute;rio Verde (padre qu&ecirc;?, Ces&aacute;rio qu&ecirc;?) A ministra bem pode lan&ccedil;ar o seu olhar de Medusa sobre os professores, fech&aacute;-los na Torre, cortar-lhes a cabe&ccedil;a como a Rainha de Copas, mas que podem os professores fazer se, segundo o Estatuto da Carreira Docente, n&atilde;o s&atilde;o professores, s&atilde;o "pessoal docente", e se n&atilde;o lhes cabe, como antes, ensinar mas "diversificar aprendizagens" e "desenvolver compet&ecirc;ncias cognitivas"? Quem se admirar&aacute; ent&atilde;o que nos exames nacionais de Portugu&ecirc;s do 9.&ordm; ano tenha havido 46% de negativas? Mas o secret&aacute;rio de Estado V&aacute;lter Lemos est&aacute; optimista os resultados, depois de ano e meio de prof&iacute;cuo trabalho dele e da ministra, s&oacute; "pioraram um pouco" (100% em rela&ccedil;&atilde;o a 2005!) e est&atilde;o "dentro do intervalo esperado". Provavelmente foi azar, o remate saiu por cima ou a bola foi &agrave; barra. Ou ent&atilde;o foi porque os alunos andaram o ano todo a decorar resumos de Cam&otilde;es e Gil Vicente e saiu-lhes na rifa David Mour&atilde;o-Ferreira. Ainda se fosse o poema de Manuel Alegre sobre o Figo!<br /><br /><span style="font-size:11px; ">Manuel Ant&oacute;nio Pina, "O "jornal&ecirc;s" que escrevemos", </span><span style="font-size:11px; "><em>Jornal de Not&iacute;cias</em></span><span style="font-size:11px; ">, 16 de Maio de 2006, &uacute;ltima p&aacute;gina.<br /><br /></span><span style="font-size:11px; ">Manuel Ant&oacute;nio Pina &eacute; jornalista e escritor. </span>]]></content:encoded></item><item><title>Deixem-na trabalhar&#x2c; deixem-na trabalhar ou como fazer uma associa&#xe7;&#xe3;o de ideias perigosa e err&#xf3;nea</title><dc:creator>www.paraportuguesler.com</dc:creator><dc:subject>KIP</dc:subject><dc:date>2006-06-13T18:42:42+01:00</dc:date><link>http://www.paraportuguesler.com/page4/files/83817ae7dc623711244ede0d6a82ec27-3.html#unique-entry-id-3</link><guid isPermaLink="true">http://www.paraportuguesler.com/page4/files/83817ae7dc623711244ede0d6a82ec27-3.html#unique-entry-id-3</guid><content:encoded><![CDATA["Deixem actuar a ministra"<br /><br /><span style="font-size:11px; ">O Presidente da Rep&uacute;blica diz que &eacute; preciso deixar a ministra da Educa&ccedil;&atilde;o trabalhar para que sejam concretizadas as necess&aacute;rias mudan&ccedil;as nas escolas e no sistema de ensino. &Eacute; a reac&ccedil;&atilde;o do chefe de Estado aos incidentes violentos numa escola do Lumiar, em Lisboa, que resultaram na agress&atilde;o de uma professora.</span><br /><br /><span class="abigletter">O</span> Presidente da Rep&uacute;blica, Cavaco Silva, salientou hoje que s&atilde;o necess&aacute;rias mudan&ccedil;as nas escolas e no sistema de ensino, apelando a que se "deixe actuar" a ministra da Educa&ccedil;&atilde;o para tentar aumentar a qualidade no sector. "Deixemos a ministra da Educa&ccedil;&atilde;o actuar com a experi&ecirc;ncia e as compet&ecirc;ncias que tem para ver se aumenta a qualidade no nosso sistema educativo", afirmou Cavaco Silva, questionado pelos jornalistas sobre a viol&ecirc;ncia nas escolas, durante uma audi&ecirc;ncia com alunos e professores de escolas do Montijo integrados num projecto de cidadania. Na segunda-feira, professores encerraram a Escola B&aacute;sica 1 S&atilde;o Gon&ccedil;alo, Lisboa, depois de uma docente ter sido agredida sexta-feira pelos pais de um aluno. "S&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es lament&aacute;veis, como &eacute; &oacute;bvio. &Eacute; uma demonstra&ccedil;&atilde;o de que &eacute; preciso fazer mudan&ccedil;as nas escolas, no sistema de ensino", afirmou, sublinhando que "existem v&aacute;rios relat&oacute;rios internacionais que demonstram a inefici&ecirc;ncia" do sistema educativo em Portugal. Cavaco Silva recordou que, no seu discurso de posse no Parlamento, a 9 de Mar&ccedil;o, elegeu a qualifica&ccedil;&atilde;o dos recursos humanos como um dos cinco grandes desafios que Portugal enfrenta. O Presidente da Rep&uacute;blica recebeu hoje em Bel&eacute;m um grupo de seis alunos de tr&ecirc;s escolas do Montijo integradas num projecto, "Escola da Cidadania", vocacionado para ac&ccedil;&otilde;es de voluntariado, forma&ccedil;&atilde;o e associativismo, envolvendo a C&acirc;mara Municipal e v&aacute;rias associa&ccedil;&otilde;es locais. <br /><br /><span style="font-size:11px; "><em>SIC / Lusa</em></span><span style="font-size:11px; ">, 13 de Junho de 2006</span><br /><br /><span style="font-size:11px; ">An&iacute;bal Cavaco Silva &eacute; o actual Presidente da Rep&uacute;blica. Ocupou o lugar de primeiro-ministro de 1985 a 1995. &Eacute; economista.</span>]]></content:encoded></item><item><title>E os jornais&#x2c; por Zeus&#x2c; os jornais...</title><dc:creator>www.paraportuguesler.com</dc:creator><dc:subject>KIP</dc:subject><dc:date>2006-05-27T12:43:52+01:00</dc:date><link>http://www.paraportuguesler.com/page4/files/46cab54cea599a20050bb3f20d0297e7-2.html#unique-entry-id-2</link><guid isPermaLink="true">http://www.paraportuguesler.com/page4/files/46cab54cea599a20050bb3f20d0297e7-2.html#unique-entry-id-2</guid><content:encoded><![CDATA[Professores deviam conhecer a Internet<br /><br /><span class="abigletter">O</span> historiador e professor universit&aacute;rio Jos&eacute; Pacheco Pereira defendeu ontem, na Covilh&atilde;, que nenhum professor devia falar aos alunos sobre Internet sem mostrar que a sabe consultar e fazer a triagem do que &eacute; real e falso. <br />Ap&oacute;s uma interven&ccedil;&atilde;o, no encerramento do Encontro de Bibliotecas Escolares em que foi abordado o uso de novas tecnologias e a pr&aacute;tica da leitura na sociedade contempor&acirc;nea, o orador foi questionado pela assist&ecirc;ncia sobre as medidas que tomaria se fosse ministro da Educa&ccedil;&atilde;o. "N&atilde;o tenho a m&iacute;nima inten&ccedil;&atilde;o de ser ministro da Educa&ccedil;&atilde;o, mas, entre outras coisas, impediria que um professor falasse aos alunos sobre internet sem mostrar que a sabe consultar e procurar informa&ccedil;&atilde;o", respondeu. <br />"Come&ccedil;a a haver a pr&aacute;tica generalizada de atirar os alunos para a Internet, sem que eles tenham as literacias necess&aacute;rias para fazer pesquisa e distinguir sites fidedignos de pseudoinforma&ccedil;&atilde;o, verdadeiro e falso, relevante ou n&atilde;o" , referiu.<span style="font-size:11px; "> <br /><br /></span><span style="font-size:11px; "><em>Jornal de Not&iacute;cias</em></span><span style="font-size:11px; ">, 27 de Maio de 2006<br /><br />Jos&eacute; Pacheco Pereira &eacute; professor universit&aacute;rio no ISCTE, historiador e bloguista ligado ao PSD.</span>]]></content:encoded></item><item><title>O mau jornalismo tem rosto e n&#xe3;o &#xe9; o Expresso</title><dc:creator>www.paraportuguesler.com</dc:creator><dc:subject>KIP</dc:subject><dc:date>2006-05-17T08:56:20+01:00</dc:date><link>http://www.paraportuguesler.com/page4/files/db4c42065873075e8c6a8418ac7033d3-1.html#unique-entry-id-1</link><guid isPermaLink="true">http://www.paraportuguesler.com/page4/files/db4c42065873075e8c6a8418ac7033d3-1.html#unique-entry-id-1</guid><content:encoded><![CDATA[<span class="abigletter">O</span>s jornais abundam hoje em frases descasadas e em erros de ortografia (dos de sintaxe melhor &eacute; nem falar). Os velhos revisores foram-se e as<em> </em>redac&ccedil;&otilde;es encheram-se de jovens produtos do sistema de ensino. O resultado foi catastr&oacute;fico. D&ecirc;em-me um jornal onde se use hoje uma voz perifr&aacute;stica ou t&atilde;o-s&oacute; um tempo composto e onde o mais-que-perfeito n&atilde;o tenha sido soterrado sob pau para toda a obra do perfeito simples. Curiosamente, &eacute; &agrave;s vezes gente que tem por profiss&atilde;o escrever em portugu&ecirc;s e escreve incompetentemente em portugu&ecirc;s quem mais exige pol&iacute;ticos competentes, m&eacute;dicos competentes, magistrados conhecedores e competentes&hellip;<br /><br /><span style="font-size:11px; ">Manuel Ant&oacute;nio Pina, "O "jornal&ecirc;s" que escrevemos", </span><span style="font-size:11px; "><em>Jornal de Not&iacute;cias</em></span><span style="font-size:11px; ">, 16 de Maio de 2006, &uacute;ltima p&aacute;gina.<br /><br /></span><span style="font-size:11px; ">Manuel Ant&oacute;nio Pina &eacute; jornalista e escritor. </span>]]></content:encoded></item><item><title>Os leitores preferem as loiras ou como o povo n&#xe3;o gosta de Maria Gabriela Llansol </title><dc:creator>www.paraportuguesler.com</dc:creator><dc:subject>KIP</dc:subject><dc:date>2006-05-16T23:52:36+01:00</dc:date><link>http://www.paraportuguesler.com/page4/files/f41438a449256baf24f08e77afab904f-0.html#unique-entry-id-0</link><guid isPermaLink="true">http://www.paraportuguesler.com/page4/files/f41438a449256baf24f08e77afab904f-0.html#unique-entry-id-0</guid><content:encoded><![CDATA[<script type='text/javascript' src='http:/www.paraportuguesler.com/page4/files/mootools.pluskit.js'></script><script type='text/javascript' src='http:/www.paraportuguesler.com/page4/files/slimbox.js'></script><link rel='stylesheet' href='http:/www.paraportuguesler.com/page4/files/slimbox.css' type='text/css' media='screen' /><div class="image-left"><a href='http:/www.paraportuguesler.com/page4/files/BIGportugal_contemp.jpg' rel='lightbox[page4_blog_entry0]' title='Portugal Contempor&acirc;neo'><img  alt='Portugal Contempor&acirc;neo' class='imageStyle' src="http://www.paraportuguesler.com/page4/files/portugal_contemp.jpg" width="130" height="193"/></a></div><span class="abigletter">O</span> prest&iacute;gio editorial de um grupo de romancistas consideradas "ligeiras" e em geral menosprezadas pela cr&iacute;tica que se pretende s&eacute;ria (mas h&aacute; exemplos muito semelhantes na literatura escrita por homens) deve tamb&eacute;m ser assinalado, pelo que sintom&aacute;tico pode revelar acerca do estado actual da cultura e do ambiente liter&aacute;rio portugueses. Os trinta anos que se seguiram &agrave; "revolu&ccedil;&atilde;o" de Abril de 1974 e a integra&ccedil;&atilde;o na Comunidade Europeia n&atilde;o parece terem resolvido, antes pelo contr&aacute;rio, o problema da educa&ccedil;&atilde;o em Portugal. O elevado n&uacute;mero de analfabetos ainda existentes no pa&iacute;s e o facto de Portugal continuar a ocupar nas estat&iacute;sticas e relat&oacute;rios europeus sobre o estado da educa&ccedil;&atilde;o os lugares da cauda indicam que a grande reforma da sociedade portuguesa ainda n&atilde;o foi feita. O fosso entre as elites citadinas, com pretens&otilde;es arrogantes e por vezes provincianas de cosmopolitismo, e o resto da popula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o s&oacute; n&atilde;o foi eliminado como parece ter-se tornado mais profundo nos &uacute;ltimos anos. A diminui&ccedil;&atilde;o da exig&ecirc;ncia que tem vindo a instalar-se no ensino escolar acaba assim por ter s&eacute;rias consequ&ecirc;ncias na produ&ccedil;&atilde;o e no consumo de bens culturais. A essa situa&ccedil;&atilde;o deprimente n&atilde;o escapa a literatura.<br /><br /><span style="font-size:11px; ">Jo&atilde;o Camilo dos Santos, "A Literatura Portuguesa Contempor&acirc;nea" in Ant&oacute;nio Costa Pinto (coord.), </span><span style="font-size:11px; "><em>Portugal Contempor&acirc;neo</em></span><span style="font-size:11px; ">, Lisboa, Dom Quixote, 2004, p.248.<br /><br />Jo&atilde;o Camilo dos Santos &eacute; professor no departamento de espanhol e portugu&ecirc;s da Universidade da Calif&oacute;rnia - Santa Barbara.</span>]]></content:encoded></item></channel>
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